quinta-feira, 25 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Paramentos judaicos - Kipá
O presente texto, pretende ilustrar de um modo geral, a significação e importância do uso do kipá para um judeu.
O significado da palavra kipá é "arco", que fica compreensível quando pensamos em seu formato.
A kipá é um lembrete constante da presença de D'us. Relembra o homem de que existe alguém acima dele, de que há Alguém Maior que o está acompanhando em todos os lugares e está sempre o protegendo, como o arco, e o guiando. Onde quer que vá, o judeu estará sempre acompanhado de D'us.
Nossos sábios afirmam que cobrir a cabeça também está associado à humildade, pois nos lembra que existe algo acima de nossa cabeça e de nosso intelecto D'us.
A kipá deve estar sempre sobre a cabeça, lembrando que há alguém acima de nós observando todos nossos atos. Isso faz com que reflitamos mais sobre nosso comportamento e nossas ações.
O Talmud, no tratado de Shabat, traz a passagem, "Hicon licrat Elokecha Yisrael", "Prepare-te diante de seu D'us, Israel".
Baseado nesse versículo, nossos Sábios costumavam preparar-se no momento da prece demonstrando que estavam prestes a ter um encontro com o Rei dos Reis. O Talmud também ilustra este assunto trazendo a história de um menino que era cleptomaníaco. Porém pelo mérito de manter a cabeça sempre coberta e por ser muito zeloso seu mau instinto não conseguia se impor. Entretanto, quando, certa vez, o vento arrancou seu solidéu, imediatamente tornou-se vítima de sua cleptomania.
Isto pode ser aplicado em dois sentidos. Tanto numa situação em que o homem está prestes a fazer algo errado, a kipá está lá - mesmo que no fundo de sua consciência - lembrando que irá ter de prestar contas pelo seu ato. O mesmo ocorre numa situação em que a pessoa está em apuros: a kipá lhe relembra que Alguém está com ele, por mais perdido que se sinta.
• É costume judaico desde os primórdios um homem manter sua cabeça coberta o tempo todo, demonstrando com isso humildade perante D'us.
• É expressamente proibido entrar numa sinagoga, mencionar o nome Divino, recitar uma prece ou bênção, estudar Torá ou realizar qualquer ato religioso de cabeça descoberta.
A kipá é um lembrete constante da presença de D'us. Relembra o homem de que existe alguém acima dele, de que há Alguém Maior que o está acompanhando em todos os lugares e está sempre o protegendo, como o arco, e o guiando. Onde quer que vá, o judeu estará sempre acompanhado de D'us.
Nossos sábios afirmam que cobrir a cabeça também está associado à humildade, pois nos lembra que existe algo acima de nossa cabeça e de nosso intelecto D'us.
A kipá deve estar sempre sobre a cabeça, lembrando que há alguém acima de nós observando todos nossos atos. Isso faz com que reflitamos mais sobre nosso comportamento e nossas ações.
O Talmud, no tratado de Shabat, traz a passagem, "Hicon licrat Elokecha Yisrael", "Prepare-te diante de seu D'us, Israel".
Baseado nesse versículo, nossos Sábios costumavam preparar-se no momento da prece demonstrando que estavam prestes a ter um encontro com o Rei dos Reis. O Talmud também ilustra este assunto trazendo a história de um menino que era cleptomaníaco. Porém pelo mérito de manter a cabeça sempre coberta e por ser muito zeloso seu mau instinto não conseguia se impor. Entretanto, quando, certa vez, o vento arrancou seu solidéu, imediatamente tornou-se vítima de sua cleptomania.
Isto pode ser aplicado em dois sentidos. Tanto numa situação em que o homem está prestes a fazer algo errado, a kipá está lá - mesmo que no fundo de sua consciência - lembrando que irá ter de prestar contas pelo seu ato. O mesmo ocorre numa situação em que a pessoa está em apuros: a kipá lhe relembra que Alguém está com ele, por mais perdido que se sinta.
• É costume judaico desde os primórdios um homem manter sua cabeça coberta o tempo todo, demonstrando com isso humildade perante D'us.
• É expressamente proibido entrar numa sinagoga, mencionar o nome Divino, recitar uma prece ou bênção, estudar Torá ou realizar qualquer ato religioso de cabeça descoberta.
retirado de : ptchabad.org, acesso em 16 de Outubro de 2012
Regras alimentares judaicas
Alimentação Kasher
| Kasher significa correto, justo, bom. Aplicado à comida, refere-se
apropriada ao consumo, isto é, que preenche todos os requisitos da dieta
judaica. É importante alertar-se ao fato de que a kashrut não é um
estilo de culinária. Comida chinesa, francesa, italiana, indiana, árabe
ou qualquer outra podem ser kasher desde que preparadas de acordo com as
leis judaicas. A comida tradicional judaica, pode ou não ser kasher,
dependendo como foi preparada.
A Kashrut se desenvolve baseada em duas regras básicas. A primeira delas especifica o tipo de carne que pode ou não ser consumida. A proibição é muito clara no capitulo 11 do Levítico: "Entre todos os animais da terra, os que podereis comer: aqueles que têm os cascos fendidos e que ruminam." Ou seja, incluem-se aí vaca, carneiro, bode e cervo. As aves permitidas são o frango, o peru, o ganso, o faisão e o pato. Já o Deuterônimo, no capítulo 14 explica que nenhum crustáceo é kasher: "Comereis de tudo que há nas águas: tudo que tem barbatanas e escamas comereis; e tudo o que não tem barbatanas e escamas não comereis; é impuro para vós." A outra grande regra consiste em não misturar carne com leite e derivados, seja na preparação, armazenamento ou consumo. A origem bíblica desta norma é encontrada no livro Êxodos, capítulo 19 que diz: "Não cozerás o cabrito no leite de sua mãe." Foi a partir desta regra que se classificou a comida kasher em 3 categorias: carne, leite e parve. Carne Kasher A carne kasher é singular em todos os aspectos, desde o tipo de animais que são permitidos até a maneira como são abatidos e preparados para o consumo. Os alimentos à base de carne são cozidos, manuseados e ingeridos separadamente dos alimentos à base de laticínios. Além disso, é exigido um período de espera de seis horas após comer todos os tipos de carnes e aves antes que qualquer laticínio possa ser ingerido. A categoria "carne" inclui a própria carne, as aves e os subprodutos, tais como ossos, sopas e molhos. Qualquer alimento feito de carne ou aves ou de produtos de carne e aves, é considerado como sendo de carne (fleishig ou Bassarí). Até mesmo uma pequena quantidade de carne em um alimento torna-o Bassarí. Existe um ritual para o abate dos animais; baseado no fato de que o sangue não deve ser consumido porque simboliza a própria essência e característica do ser humano, os rabinos concluíram que um animal que é morto para virar alimento deve ter seu sangue totalmente drenado. Para evitar que a proibição de comer sangue seja violada, é preciso que o sangue da carne seja extraído por um destes dois métodos. Primeiro: "deixar de molho e salgar" (chamado de kasherizar). Segundo: assar sobre ou sob uma chama ou num forno elétrico ou assadeira elétrica. Assim, todo o sangue é extraído. Leite Todos os alimentos que contém leite, ou que são dele derivados, são considerados Chalavi ou milchig. Isto inclui leite, manteiga, iogurte, quefir, coalhada e todos os queijos (variáveis segundo sua consistência) - duros, macios e cremosos. Mesmo uma pequena quantidade de laticínio em um alimento faz com que este alimento seja considerado Chalavi. Todos os derivados de leite requerem um certificado de Kashrut. Os alimentos de leite e de carne não devem ser preparados, servidos ou consumidos ao mesmo tempo. Utensílios separados são usados exclusivamente para laticínios. Recomenda-se um forno separado para assar ou tostar alimentos de leite. Parve As frutas, vegetais, cereais e todos os outros alimentos que constituem uma dieta e que crescem na terra, são parve e podem ser utilizados sem restrição. Os peixes também estão inclusos. "Podereis comer de tudo o que vive nas águas, seja nos mares ou nos rios, desde que tenha nadadeiras e escamas" (Vayicra' XI:9). Os ovos também podem ser utilizados tanto com carne como com leite. Entretanto, qualquer gema de ovo que contenha uma gota de sangue não pode ser usada. Vinhos O vinho e o suco de uva, mais do que qualquer outra bebida, representam a santidade do povo judeu. São usados para a santificação do Shabat e Festas Judaicas. Qualquer subproduto que contenha vinho ou suco de uva, como vinagre de vinho, bala, geléia ou refrigerante de uva, conhaque e outras bebidas que possam ser destiladas ou misturadas com vinho, só poderão ser ingeridos quando possuírem supervisão rabínica confiável. Vinho feito por um judeu, que após seu preparo tenha sido fervido, não apresenta mais problemas de kashrut. Um suco de uva ou vinho de passas cujas uvas ou passas foram cozidas antes de extrair o suco é considerado vinho cozido. Produtos industrializados Seguem a mesma regra básica: é imprescindível terem uma Supervisão Rabínica. Todos os alimentos processados requerem supervisão rabínica confiável que atestem que podem ser consumidos em acordo a lei judaica. Isto aplica-se a todo produto que passa por processo de fabricação: legumes congelados, bebidas, balas, biscoitos, etc. Restaurantes, hotéis e afins Todo restaurante, hotel, etc, para ser kasher necessita de supervisão rabínica em sua cozinha, o que inclui a presença de pessoas shomrei Shabat, observantes do Shabat, que irão acender o fogo, orientar e fiscalizar a confecção de todos os ingredientes e sua preparação, até o consumo final. Kashrut e a Saúde A discussão em torno da validade racional das leis dietéticas também chegou ao âmbito da ciência médica. Algumas eminentes autoridades recomendam a kashrut por motivos higiênicos. Inúmeros técnicos sanitaristas consideram, hoje em dia, altamente meritória a exigência severa feita ao indivíduo responsável pelo abate de que examine a carcaça de todo animal que houver matado, a fim de verificar se há qualquer sinal de doença outra condição patológica. Consideram também importante o fato de que a carne deve ser consumida até poucos dias após o abate, evitando-se assim, os prejuízos à saúde que podem advir da carne estragada. Kashrut e Higiene A lavagem das mãos seguida de oração é um item obrigatório antes de preparar, cozinhar ou comer qualquer alimento. Escolher bem folhas de verduras, higienizar adequadamente as frutas, e averiguar a existência de qualquer tipo de larva ou verme tem sido tema de cursos e orientações a respeitadores das leis da kashrut. Estas normas, que há muitos anos são discutidas por sábios judeus, têm garantido com sucesso, a higiene e qualidade dos alimentos judaicos. Para melhor compreender a origem dessas regras leia o capítulo 11 de Levítico. Retirado de : webjudaica.com.br |
Canção israelita na voz de Meydad Tasa
Lágrimas
Meu Pai do Céu, eu te amo pra sempre
Em fogo e em água, não há ninguém para confiar
No sangue, lágrimas e suor, eu vou lutar por Você
Enquanto eu respirar, vou dedicar minha vida a Você
Pai, pare as lágrimas
Pai, eu não posso chorar mais
Pai, quem Te ama mais
Pai, eu nunca vou desistir de Você
Minha alma sobe, todas as noites para o Céu
Minha alma chora à noite, em busca de misericórdia
Imploro em oração, só para Você D-us
Dê-nos o poder de ficar com Você para sempre
Pai, pare as lágrimas
Pai, eu não posso chorar mais
Pai, quem Te ama mais
Pai, eu nunca vou desistir de Você
A oração de um menino que nunca te deixa
Pai de Misericórdia, nos dê Vida
Tende piedade de nós, como um pai tem piedade sobre seus filhos
Pai, tende piedade! Oramos para Você
Choramos lágrimas, nossos olhos ficam vermelhos
Só Você sabe, só Você ouve, D-us
Pai, pare as lágrimas
Pai, eu não posso chorar mais
Pai, quem Te ama mais
Pai, eu nunca vou desistir de Você
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